Empresa lança 'contagem regressiva social' para Rio-2016

O tradicional relógio que marca a contagem regressiva de um ano para a Olimpíada não será instalado no Rio de Janeiro - nem em lugar algum. Em vez de um relógio físico, a Omega, cronometrista oficial dos Jogos Olímpicos, optou por realizar a contagem por meio de 12 ações sociais que serão realizadas a cada mês até a competição. A empresa também fará doações em dinheiro a partir de uma campanha nas redes sociais. Tudo isso em parceria com a ONG Viva Rio, apresentada oficialmente nesta segunda-feira.

MARCIO DOLZAN, Estadão Conteúdo

03 de agosto de 2015 | 17h49

As ações serão anunciadas a cada mês e englobarão projetos voltados a atender brasileiros no início da vida até a entrada no mercado de trabalho. O primeiro dos 12 projetos já está em execução. A fabricante de relógios da Suíça bancou a reforma de um centro para mães e mulheres grávidas no Morro do Chapadão, no bairro de Costa Barros, na zona norte do Rio, uma das regiões mais violentas da cidade.

"Tínhamos a tradição de fazer a contagem regressiva, instalando aquelas belas estruturas (com o relógio). Mas há dois anos a empresa resolveu mudar e fazer uma contagem regressiva social", explicou Susanne Strömbom, vice-presidente de marketing da Omega.

A empresa suíça então procurou ONGs do País para ser parceira, optando pela Viva Rio. "É importante ressaltar que não se está criando nada. Todos os projetos já existem. O que ganhamos foi um reforço importante", destacou Rubem César Fernandes, diretor executivo da ONG.

Além da "contagem regressiva social", a empresa também lançou uma campanha nas redes sociais. A cada foto com um coração postada com a tag #omegavivario, a Omega promete doar 16 centavos de dólar.

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