WSL/Divulgação
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Empresário afirma que fase vai deixar campeão mais forte

Cesar Villares nega que exista 'salto alto' por parte do surfista

Paulo Favero, O Estado de S. Paulo

20 de junho de 2015 | 17h00

Gabriel Medina continua com os mesmos patrocinadores do ano passado, mudaram apenas os tipos de contrato - ele ficou mais valorizado após o título. Além de Mitsubishi, Samsung, Vult Cosmética e Oi, entre outros, ele está numa campanha da Air New Zealand. “Qualquer atleta no topo, como Federer, Nadal ou Neymar, tem compromissos e responsabilidades. Mas nada está atrapalhando os treinos dele”, diz Cesar Villares, que cuida da carreira do surfista.

Ele garante que não existe salto alto e que o momento de baixa é normal para qualquer esportista. “O Kelly Slater ganhou seu segundo título depois de dois anos, o Guga Kuerten foi ganhar novamente Roland Garros após três anos. O Gabriel chegou no topo, mas está treinando duro, está focado e uma hora o resultado vai voltar a aparecer.”

Para Villares, esse momento de resultados ruins pode ser bom lá na frente. "Isso dá força para ele ficar calejado. Tudo p que está acontecendo o deixa mais forte."

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