Equipe da Davis garante já estar adaptada à altitude

Numa altitude de 2.500 metros, no meio da Cordilheira dos Andes, o Brasil enfrenta o Equador a partir de sexta-feira, na cidade de Cuenca, por uma vaga no playoff do Grupo Mundial da Copa Davis. Mas como já estão treinando no local desde domingo, os tenistas da equipe brasileira garantem que vão estar adaptados na hora em que começarem os jogos.?Uma semana é mais do que suficiente para fazer uma boa adaptação à altitude?, disse Flávio Saretta, número 1 do Brasil (ocupa a 84ª colocação no ranking mundial). ?Se passar mais alguns dias aqui vou ficar louco?, completou o tenista brasileiro, brincando com a tranqüilidade de Cuenca.?Todos já pegaram o tempo de bola?, revelou o capitão da equipe brasileira, Fernando Meligeni, que comandou treino em dois períodos nesta terça-feira.Apesar disso, Meligeni ainda não definiu os titulares. A equipe deve ser divulgada só mesmo na quinta-feira, dia do sorteio dos jogos. Saretta, Ricardo Mello e Marcos Daniel disputam as duas vagas nas partidas de simples. E nas duplas, André Sá ainda não conhece seu parceiro. Por enquanto, ainda não há o conhecido clima de rivalidade da Davis. Os jogadores de Brasil e Equador estão no mesmo hotel e dividem as mesas para refeições. A equipe equatoriana é liderada por Nicolas Lapentti, muito amigo de todos os brasileiros, e o capitão Raul Viver já viajou muito ao Brasil, em seu tempo de tenista profissional, quando fez vários duelos com Luiz Mattar. Os jogos do confronto começam na sexta-feira, a partir das 12 horas (horário de Brasília). No sábado, a partida de duplas será às 13h30. E no domingo, os times voltam a jogar simples, novamente às 12 horas. A quadra central terá capacidade para cerca de 1,6 mil pessoas e os ingressos mais caros custam US$ 10.

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