Equipes reeditam batalha de Nuremberg

Pela segunda Copa consecutiva, Estados Unidos e Gana entram em campo sabendo que só uma das equipes seguirá na disputa. Quatro anos atrás, na Alemanha, as duas seleções se enfrentaram em Nuremberg, pela última rodada da primeira fase. Ambas tinham chance de classificação, mas foram os africanos quem foram às oitavas enfrentar o Brasil.

, O Estado de S.Paulo

26 de junho de 2010 | 00h00

As duas equipes haviam começado mal na Copa. Em sua estreia em Mundiais, Gana perdeu por 2 a 0 da futura campeã Itália, enquanto os americanos levaram 3 a 0 da República Checa. Os africanos surpreenderam ao vencer os checos por 2 a 0, enquanto os americanos seguraram os italianos em um empate por 1 a 1. Quem vencesse o confronto direto conseguiria a vaga - a Itália venceu a República Checa por 2 a 0. Deu Gana por 2 a 1 em um jogo tenso, com direito a bola na trave em um chute do americano McBride no segundo tempo.

Troca de posto. Ambas as equipes têm seis jogadores nesta Copa que estavam na Alemanha, quatro anos atrás. Mudaram, no entanto, alguns dos protagonistas, principalmente na equipe africana. Em 2006, o então capitão Appiah marcou o gol da vitória sobre os americanos, cobrando pênalti. Gyan, autor dos dois gols de Gana até agora, estava no banco, lugar de onde Appiah viu os três jogos da primeira fase.

Capitão dos Estados Unidos na África do Sul, o meia Donovan estava em campo em Nuremberg. "Não foi um bom dia para mim nem para nossa equipe. Lembro o quanto foi decepcionante o fim daquela partida", disse o camisa 10 dos Estados Unidos, um dos principais jogadores de seu país e maior artilheiro da história da seleção, com 44 gols marcados em 125 partidas. Nem ele nem mesmo o técnico Bob Bradley negam um certo gosto de revanche na partida de hoje, embora o treinador seja político ao comentar o jogo. "Em quatro anos, muita coisa muda."

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