Esgrima: Brasil está de olho em mais vagas

Classificação olímpica só será definida em abril: meta é ter ao menos três atletas em Londres

Amanda Romanelli, estadão.com.br

17 de dezembro de 2011 | 11h13

SÃO PAULO - Um dos mais tradicionais esportes olímpicos, a esgrima ainda está longe de ter um medalhista brasileiro. A luta do País, por ora, é aumentar o número de classificados. Em Pequim, há quatro anos, o Brasil foi representado por Renzo Agresta, do sabre, e João Souza, do florete. Em 2012, quer mais.

“A meta é ter pelo menos três atletas em Londres. É difícil, mas não é uma hipótese absurda”, diz Ricardo Machado, coordenador técnico da Confederação Brasileira de Esgrima (CBE).

Renzo e Souza, junto com Fernando Scavasin, também floretista, estão na luta por uma vaga via ranking mundial – a definição será em março. “Terei que participar de todas as competições do calendário internacional”, explica Renzo, 38.º do mundo, que pode ir a sua 3.ª Olimpíada. Para outros esgrimistas, não tão bem posicionados, a classificação pode vir no Pré-Olímpico de Santiago, em abril.

Neste torneio, a situação não é das mais fáceis. Apenas o sabre feminino (que terá Karina Lakerbai) e a espada masculina (com Athos Schwantes) distribuem duas vagas. Nas outras armas, só o campeão vai para a Olimpíada . “Por isso, acreditamos que as chances da Karina e do Athos são maiores”, diz Machado.

Todos os atletas da seleção passarão pelo menos os três primeiros meses de 2012 treinando e competindo na Europa, principal centro da esgrima – muito embora, EUA, Canadá, Cuba e China sejam fortes na modalidade. O florete, o sabre e a espada ficarão na Itália. Já o sabre feminino terá períodos na Ucrânia e na Rússia.

Tudo o que sabemos sobre:
lutasolimpíada 2012

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.