Jonne Roriz/AE
Jonne Roriz/AE

Esporte celebra seu bom momento na Sociedade Hípica

Cavaleiros e dirigentes festejam bons resultados obtidos nas disputas de adultos e também nas de jovens cavaleiros

O Estado de S. Paulo

20 de outubro de 2013 | 08h00

SÃO PAULO - Revigorado por patrocínios, o Concurso de Salto Internacional Indoor da Sociedade Hípica Paulista, que retoma sua antiga importância, é um sinal do bom momento que atravessa o hipismo brasileiro, mas não é o único. Satisfeito com a competição, o presidente da CBH (Confederação Brasileira de Hipismo), Luiz Roberto Giugni, está empolgado também com os bons resultados alcançados pelos jovens cavaleiros do Brasil em competições mundo afora.

TRÊS DOBRADINHAS 

No mês passado, o hipismo brasileiro obteve os títulos de campeão pan-americano nas categorias mirim e júnior e sul-americano de Young Riders em Rosário, na Argentina. Como se não fosse bastante, o Brasil conseguiu subir ao segundo degrau do pódio nas três competições, formando três dobradinhas.

Na categoria adulto, a equipe brasileira ficou com o título da Copa das Nações em Arezzo, na Itália, também em setembro. O Brasil foi representado por Rodrigo Pessoa/Citizenguard; Álvaro Affonso de Miranda Neto, o Doda/Uutje/ Marlon Zanotelli/Clouwni e Eduardo Menezes/Calavda. O Brasil terminou a competição com apenas oito pontos perdidos, bem à frente da França e da Suíça, ambos com 16 pontos perdidos.

Como o hipismo é um esporte que permite a participação de cavaleiros longevos, veteranos se misturam aos jovens cavaleiros, engrossando o número de bons competidores. É o que acontece no concurso que se disputa neste final de semana na Sociedade Hípica Paulista, no bairro do Brooklin. Na sexta-feira, por exemplo, Rafael Ribeiro venceu a prova de duas fases, a 1,35m, montando Brucce Climber, provando que faz jus à fama de participar de um dos mais velozes conjuntos do país.

Ele completou a pista limpa em 26s83, Guilherme Saraiva de Moraes Filho, campeão sul-americano young rider, foi mais de um segundo mais lento, perfazendo o tempo de 26s83. Em terceiro lugar chegou o dono de um nome que há muito tempo é mencionado nos relatos de hipismo: Vítor Alves Teixeira, medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis, nos EUA.

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