Hendrik Schmidt/EFE
Hendrik Schmidt/EFE

Esquiadora ucraniana é 3º caso de doping em Sochi

Comitê Olímpico Ucraniano diz que atleta nega ter usado substâncias proibidas conscientemente

AE, Agência Estado

22 de fevereiro de 2014 | 10h57

SOCHI - O Comitê Olímpico Ucraniano anunciou neste sábado que Marina Lisogor, uma atleta do esqui cross-country, deu positivo em um exame antidoping realizado durante os Jogos de Inverno. Este é o terceiro caso de doping na Olimpíada de Inverno, com os dois testes positivos anteriores tendo sido anunciados na última sexta-feira.

Marina Lisogor deu positivo para trimetazidina, um estimulante que compõe a lista de substâncias proibidas da Agência Mundial Antidoping. A ucraniana, de 30 anos, participou de dois eventos de cross-country em Sochi, terminando longe das medalhas. De acordo com o Comitê Olímpico Ucraniano, Lisogor disse que não tomou substâncias proibidas conscientemente.

Antes de Lisogor, a Olimpíada de Sochi já havia registrado dois casos de doping, ambos revelados na última sexta-feira. A alemã Evi Sachenbacher-Stehle, do biatlo, e o italiano William Frullani, do bobsled, testaram positivo em exames. E todos os três casos estão ligados a estimulantes.

Em Sochi, o COI se programou para realizar 2.453 exames antidoping, um recorde para os Jogos de Inverno. A maioria deles em esportes de resistência, como esqui cross-country e biatlo. A entidade também armazenará amostras para analises futuras, que serão realizadas quando novos métodos para descobrir casos de doping estiverem disponíveis. O período irá variar de oito a dez anos, dependendo dos parâmetros do novo Código Mundial Antidoping.

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