Ezra Shaw/AFP
Ezra Shaw/AFP

'Estar na NFL e no atletismo é surreal', afirma medalhista

Marquise Goodwin é jogador do Buffalo Bills e prata no salto

NATHALIA GARCIA, ENVIADA ESPECIAL A TORONTO, O Estado de S. Paulo

23 de julho de 2015 | 11h16

A medalha de prata conquistada pelo norte-americano Marquise Goodwin no salto em distância roubou a cena nos Jogos Pan-Americanos de Toronto e ofuscou até mesmo o ouro do compatriota Jeffery Henderson. Tanta atenção tem motivo. Ele também é jogador da NFL - principal liga de futebol americano dos Estados Unidos - e se diz "abençoado".

"Poder estar na NFL e no atletismo ao mesmo tempo é surreal. Sou agradecido pela oportunidade, sou agradecido por representar meu país e ganhar uma medalha de prata. Não treinei muito e conseguir a prata em meu segundo evento no ano é muito bom para mim", afirma.

O atleta foi campeão mundial júnior no salto em distância, em 2008, e também colocou a Olimpíada de Londres no currículo - Goodwin conseguiu até se garantir na final, mas terminou em 10º lugar. De volta aos Estados Unidos, passou a investir no futebol americano e foi escolhido pelo Buffalo Bills no Draft de 2013. Em duas temporadas, o wide receiver ainda luta para se firmar na equipe.

Aos 24 anos, Marquise Goodwin coloca o time de futebol americano como prioridade. No entanto, o atletismo continua fazendo parte de seu planejamento. "Eu amo salto em distância. Se eu tiver oportunidade, vou seguir. Mas tenho minhas obrigações com o Buffalo Bills, esse é o principal foco agora", justifica.

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