Marcio Fernandes/Estadão
Marcio Fernandes/Estadão

Etapa no Havaí do mundial de surfe pode mudar de praia

Para a competição terminar na data estipulada, organizadores cogitam levar o evento para outro local nos Estados Unidos

Paulo Fávero, ENVIADO ESPECIAL ao HAVAÍ, O Estado de S. Paulo

17 de dezembro de 2014 | 07h00

O atacante Alexandre Pato chegou ao Havaí a fim de reforçar a torcida para Gabriel Medina ganhar o título mundial, mas mais uma vez o Billabong Pipe Masters foi adiado por falta de boas condições de disputa.

O prazo máximo estipulado para o encerramento da etapa é sábado, mas pelo livro de regras da ASP (Associação dos Surfistas Profissionais) existe a possibilidade de o evento ter seu período de disputa prolongado ou até ser cancelado - nesse caso, os competidores ganhariam os pontos equivalentes à fase em que estiverem no momento do cancelamento e Gabriel Medina seria declarado campeão. Mas a entidade descarta com veemência que possa adotar uma dessas duas alternativas.

Em primeiro lugar porque muitos atletas já têm passagem de volta ao seu país de origem marcadas - Medina, por exemplo, tem entrevista coletiva marcada para um hotel no aeroporto de Cumbica às 17 horas de domingo - e a logística para alterar isso é muito complicada. Outro problema é que não é fácil “fechar” a praia de Pipeline, bastante requisitada pelos surfistas, por mais tempo do que o já previsto.

Isso criaria um problema com o governo local e com os surfistas que vivem no Havaí e não estão na competição. Por isso, a única hipótese que está sendo cogitada é a mudança de praia, também prevista no regulamento, mas dentro do período de disputa. Aí o Pipe Masters iria para alguma praia vizinha.

Os organizadores mostram-se otimistas quanto às chances de haver baterias amanhã, sexta e sábado. Especialistas indicam que a ondulação vai mudar de direção e isso ajudará na formação de ondas. Uma avaliação das condições do mar será feita hoje às 7h30 (15h30 no horário de Brasília), mas deve ser outro dia sem competição. 

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