EUA registram os dois contratos mais altos do planeta

O mercado americano é o que melhor trabalha os "naming rights". Lá estão os dois contratos mais caros do mundo: da equipe de beisebol New York Mets com o Citigroup e da equipe de basquete profissional (NBA) New Jersey Nets com o Barclays, ambos assinados por US$ 400 milhões (R$ 640 milhões).

Wagner Vilaron, O Estado de S.Paulo

16 de agosto de 2011 | 00h00

A localização e a tradição em explorar este tipo de estratégia de marketing justificam os altos valores. "O mercado de Nova York e região sempre se destacou muito. Não é à toa que a cidade é conhecida como capital do mundo", explicou o consultor e analista de mercado da BDO/RCS, Amir Somoggi. "Eles sabem trabalhar muito bem essa questão de relacionamento no mercado corporativo. Em um ambiente competitivo, muitas vezes poder oferecer um ingresso no melhor lugar para um grande espetáculo pode ser o diferencial para fechar um contrato."

No Brasil, os dois estádios com mais potencial de exploração são o do Corinthians e o Maracanã, justamente por estarem localizados nos dois principais centros econômicos do País. "Projetamos que essas duas arenas possam movimentar algo próximo de R$ 300 milhões em 20 anos de contrato", afirmou o especialista. "Mas são estimativas conservadoras. Tudo ainda é muito novo e sem referência no mercado brasileiro."

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