John Locher/AP
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EUA voltam a ter um campeão mundial de boxe no peso pesado

Deontay Wilder aguentou 12 rounds pela primeira vez e venceu, por decisão unânime, o haitiano Bermane Stiverne

Estadão Conteúdo

18 de janeiro de 2015 | 12h36

Após longos nove anos de espera, a categoria mais nobre do boxe tem novamente um campeão norte-americano. Coube a Deontay Wilder, medalhista de bronze nos Jogos de Pequim/2008, alcançar o feito. Na noite de sábado, 17, no lendário hotel-cassino MGM Grand, em Las Vegas, Wilder aguentou 12 rounds pela primeira vez e venceu, por decisão unânime, o haitiano Bermane Stiverne, ficando com o cinturão do Conselho Mundial de Boxe.

O ucraniano Vitali Klitschko foi dono do cinturão entre 2008 e 2013, quando se afastou do boxe para se dedicar à vida política. Desde maio, o cinturão da CMB estava com o haitiano/canadense Bermane Stiverne, agenciado por Don King.

Foi o histórico empresário que conseguiu quebrar um tabu para a luta e transformá-la na primeira envolvendo peso pesados a acontecer no MGM Grand desde que Mike Tyson tirou um pedaço da orelha de Evander Holyfield, 18 anos atrás.

Wilder está invicto no profissionalismo e não perde desde a semifinal olímpica na China. Depois de 32 nocautes, todos antes do quinto round, havia dúvida se ele aguentaria uma luta inteira, de 12 rounds. O norte-americano não só aguentou como ganhou a luta (com 227 golpes, contra 110 do rival) e se colocou como promessa de um novo ídolo do boxe.

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