Ex-atleta indiana nega ser homem e ter estuprado mulher

Pinki Pramanik alega estar sendo vítima de uma "grande conspiração" ao negar as acusações de que na realidade é um homem e que teria estuprado uma mulher com quem vivia em West Bengal, na Índia. A ex-atleta, que competia como uma pessoa do sexo feminino, disse que o excesso de hormônio masculino em seu organismo é fruto de drogas ingeridas ao longo da carreira, e negou qualquer tipo de violência contra sua ex-colega de quarto.

AE-AP, Agência Estado

14 de novembro de 2012 | 10h26

Pramanik foi presa no dia 14 de junho deste ano, depois da acusação de estupro, mas foi liberada em julho sob pagamento de fiança, após passar 20 dias encarcerada. Na última segunda, a polícia local informou que uma comissão médica submeteu a ex-atleta a testes de gênero e que foi constatado que ela era, na realidade, um homem.

Além de acusar a polícia indiana de conspiração, Pramanik garante que sequer recebeu uma cópia de seu teste de gênero. Competindo como mulher, ela conquistou a medalha de ouro no revezamento 4x400m nos Jogos da Ásia em 2006.

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