Executivo trocou a política pelo basquete

Arnon de Mello é filho de Fernando Collor de Mello com Lilibeth Monteiro de Carvalho, primeira mulher do ex-presidente. Na época do impeachment, ele era um adolescente de 16 anos, mas as lembranças do dia 2 de outubro de 92 - data da saída de Collor da presidência - o acompanharão pelo resto da vida.

O Estado de S.Paulo

25 de maio de 2014 | 02h03

Seguir os passos do pai foi um caminho natural. Primeiro no futebol, com uma passagem como presidente do CSA, entre 1999 e 2001. Depois, no campo político. Em 2002, na mesma eleição em que Collor foi derrotado na disputa pelo governo de Alagoas, Arnon recebeu 51.039 votos pelo PRTB, mas não conseguiu se eleger deputado federal porque o partido não conseguiu o coeficiente mínimo (110 mil votos). A vida política, então, acabou para ele. E surgiu o basquete. Em 2010, Arnon, depois de ter trabalhado em bancos de investimentos e atuado nas áreas de mídia e de telecomunicações e na indústria de tecnologia - no Brasil e nos Estados Unidos, onde morou por quase dez anos -, entrou em contato com executivos da NBA após ver uma reportagem que dizia que a liga queria um profissional para trabalhar no País.

Após uma troca de e-mails e entrevistas, ele foi indicado por Philippe Moggio, vice-presidente da NBA na América Latina, e teve o nome aprovado, iniciando o trabalho em setembro de 2012.

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