Gabriel Inamine/Divulgação
Gabriel Inamine/Divulgação

Experiência nas ligas europeias é o grande trunfo na difícil estreia contra a Croácia

Seleção feminina de handebol sonha com bom desempenho nos Jogos Olímpicos de Londres

O Estado de S.Paulo

28 de julho de 2012 | 03h08

LONDRES - Apesar de invicta em 2012 com 14 vitórias e 2 empates, a seleção feminina sabe que, em Londres, a situação será mais complicada. Hoje, às 10h30, a equipe do técnico dinamarquês Morten Soubak enfrenta a Croácia.

"Nosso primeiro objetivo é a vaga. Assim como nossa equipe, a Croácia está em evolução. Montenegro é quase toda formada por atletas campeãs europeias, é quase o Barcelona do handebol. A Rússia foi quatro vezes campeã mundial na última década e Angola bateu a Alemanha. É um grupo muito equilibrado", diz.

Um dos trunfos da equipe é o conhecimento sobre as rivais já que a maioria atua na Europa. Das 14 atletas convocadas, apenas Jéssica atua no País. Para a capitão Dara, isso ajudou no crescimento da equipe. "É bom ter a experiência de jogar na Europa contra equipes de ponta. Acho que isso é um dos motivos do salto de qualidade do esporte."

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