Federação de luta critica saída do programa olímpico

A Federação Internacional de Luta repudiou nesta terça-feira a retirada da modalidade do programa olímpico dos Jogos de 2020. De acordo com a entidade, (Fila, na sigla em francês), a remoção de um dos esportes mais antigos das Olimpíadas é uma "aberração".

AE, Agência Estado

12 de fevereiro de 2013 | 14h45

A Fila se disse "muito surpresa" e que "tomará todas as medidas necessárias" para convencer os membros do Comitê Olímpico Internacional (COI) para manter a luta com status olímpico. A decisão final do COI será tomada somente em setembro, em reunião a ser realizada em Buenos Aires, na Argentina.

O corte da luta anunciado nesta terça surpreendeu o mundo esportivo. Já se sabia sobre um possível veto a uma modalidade nos Jogos de 2020, mas a aposta recaía sobre o pentatlo moderno. A remoção permite ao COI incluir novo esporte no programa olímpico. Beisebol, softbol, caratê, squash, patinação artística, escalada, wakeboard e Wushu são alguns dos candidatos a assumir essa vaga na Olimpíada.

A luta, disputada nos estilos livre e greco-romano, fez parte da lista de eventos da primeira edição dos Jogos Olímpicos modernos, em Atenas, em 1896. No ano passado, na Olimpíada de Londres, a luta contou com a participação de 344 atletas, que disputaram medalhas em 11 eventos do estilo livre e sete do greco-romano.

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