Federação Internacional de Golfe admite preocupação com Rio/2016

Enquanto obras para a competição estão atrasadas, presidente da entidade se diz insatisfeito

AE-AP, Agência Estado

27 de março de 2014 | 13h09

LONDRES - O presidente da Federação Internacional de Golfe, Peter Dawson, admitiu nesta quinta-feira preocupação com o atraso na construção do campo que será utilizado para a disputa da modalidade nos Jogos Olímpicos do Rio em 2016. Ele ressaltou que "não está satisfeito" com o andamento das obras.

Os Jogos de 2016 marcam a volta do golfe ao programa olímpico, depois de duas participações anteriores nas edições de 1900 e 1904. Mas a construção do campo no Rio vem sofrendo com atrasos, principalmente por causa da disputa judicial pelo terreno escolhido para abrigar a instalação na Barra da Tijuca.

"Estive lá recentemente e, enquanto o desenho do campo parece ser realmente bom, o progresso na construção não está como gostaríamos", disse Peter Dawson, em entrevista nesta quinta-feira na Grã-Bretanha. Ele ressaltou, no entanto, a confiança de que tudo estará pronto para a Olimpíada.

Depois da longa disputa judicial para utilização da área escolhida, as obras de construção do campo de golfe começaram em março do ano passado, com a limpeza do solo e a posterior terraplenagem do terreno. Mas Peter Dawson não acredita que a expectativa de conclusão agora em 2014 seja cumprida.

O dirigente avaliou que será "difícil" conseguir organizar, conforme planejado, um torneio de evento-teste no ano que vem no campo do Rio. "Foram tantas revisões no projeto que é duro dizer o quanto falta para terminar as obras", explicou o presidente da Federação Internacional de Golfe.

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