Divulgação/Bauru
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Federação Internacional de Vôlei mantém Tifanny liberada para jogar

Decisão da entidade foi tomada após reunião em Lausanne, na Suíça

Estadão Conteúdo

25 de janeiro de 2018 | 09h20

A Federação Internacional de Vôlei (FIVB) manteve inalterada a situação legal da oposta Tifanny Abreu para atuar na Superliga Feminina. A decisão foi tomada após uma reunião em Lausanne, na Suíça, entre os integrantes da comissão médica da FIVB.

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A atuação da jogadora pelo Vôlei Bauru está causando polêmica no meio da modalidade pelo fato dela ter passado por um tratamento hormonal e por cirurgia de adequação sexual.

A discussão entre atletas, treinadores e torcedores é de que Tifanny poderia ter vantagens físicas sobre as demais jogadores, principalmente com relação à força.

Chefiada por Annie Peytavin, a comissão médica não alterou em nada a análise médica do Comitê Olímpico Internacional (COI), de 2015, que trata da questão de atletas trans no esporte olímpico. Com a ressalva de que no caso de torneios nacionais entre clubes a responsabilidade da liberação dos atletas pertence às respectivas federações – no caso de Tifanny, caberia à Confederação Brasileira de Vôlei (CBV).

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