Felipão se queixa dos desfalques por contusão

PORTO ALEGRE

, O Estado de S.Paulo

18 de outubro de 2010 | 00h00

A pressão exercida sobre o time que lidera o Campeonato Brasileiro parece ter sido demais para o Cruzeiro, que foi derrotado na tarde de ontem pelo Grêmio por 2 a 1, no Estádio Olímpico, depois de até ter inaugurado o marcador aos 28 minutos de jogo, com o argentino Montillo.

Mas a equipe dirigida pelo técnico Renato Portaluppi reagiu e só precisou de pouco mais de meia hora para virar o placar, primeiro, com Júnior Viçosa, no quarto minuto dos acréscimos do primeiro tempo, e depois com Jonas, de pênalti, aos 29 da segunda etapa. Com o gol, Jonas passou a somar 20 gols na artilharia do Brasileiro.

E este era, afinal, um dos duelos mais esperados em Porto Alegre: o do artilheiro Jonas contra a defesa até então a menos vazada do campeonato, a do Cruzeiro, com 28 gols contra. E o goleador acabou vencendo.

Com a vitória, o Grêmio, ficou ainda mais próximo do Corinthians, o 3.º colocado, colocando-se a apenas a quatro pontos do time paulista (46 a 50). Ao assumir o cargo de treinador, quando a equipe estava na zona do rebaixamento, Renato havia prometido à torcida nada menos que a terceira vaga para a Libertadores. E os gremistas estão acreditando cada vez mais.

Em Minas, imprensa e os torcedores cruzeirenses reclamaram muito de que time fora bastante prejudicado pela arbitragem de Paulo César de Oliveira. Eles reclamavam, principalmente, dos quatro minutos dados de acréscimo no primeiro tempo e ainda de um gol mal anulado de Wellington Paulista, aos 24 minutos do segundo tempo.

De qualquer maneira, dos males o menor, pois mesmo perdendo a partida o Cruzeiro ainda assim manteve a liderança do Campeonato Brasileiro.

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