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Fernanda Venturini: é hora de curtir

Fernanda Venturini está com 33 anos e diz que "nem se receber oferta de US$ 1 milhão para jogar no Ceará" volta ao vôlei. É o momento de ficar com a família, de se divertir um pouco depois de tantos anos de trabalho intenso. A levantadora parou nesta Olimpíada de Atenas. Mas diz que Bernardo Rezende continua no esporte: "Eu não quero matar meu marido de enfarte." AE - Quanto tempo juntos? Fernanda Venturini - Cinco anos casados. Juntos, acho que deu um ano. Por isso agora quero curtir mais. AE - Então, você parou com o vôlei definitivamente, desta vez. Sim. Dinheiro não é tudo. Tivemos o momento de fazer o pé de meia e agora é hora de curtir a família. Até brinquei com as meninas, que agora quero um grupo bom para o Brasil na Liga Mundial (masculina). AE - Quem sabe Itália? É muito bom ir para lá. E França... Não conheço Paris. E Estados Unidos... para fazer umas comprinhas, né?! AE - Então, se os planos são ir junto com Bernardinho, ele segue na Seleção? Ele gosta muito do que faz. Até mais do vôlei feminino, porque é mais vôlei, mais jogado. Sabe que fui eu que dei força para ele ir para o masculino? Ele foi e se adaptou bem. E mereceu o ouro pelo trabalho duro destes últimos dois anos. AE - Você pára e ele continua? É. Ele adora. Não quero que meu marido morra de enfarte! Já vem vindo uma nova geração, que está aí para trabalhar. AE - E agora, ficam aqui para passear? Não. Vamos para casa, ver a Júlia. Falei com a minha enfermeira, a Elvira, e ela me disse para eu não me preocupar, que ia ser 3 a 1. AE - Falou da Seleção Feminina? Falou. Disse que a gente não ia ganhar porque não merecia. AE - Não merecia por quê? Não sei. Falei: vamos conversar quando eu voltar... AE - E o que será da Feminina, agora? Tem de continuar um trabalho de renovação. Cuba, um pouco mais será a Cuba de antigamente. A China está se preparando para Pequim e a Rússia continua muito boa e muito alta. Para o Brasil, a saída é investir em altura.

Agencia Estado,

30 Agosto 2004 | 09h34

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