Festa de abertura começa 1h30 antes do jogo do Brasil

Prometendo repetir a festa das torcidas nos estádios, a cerimônia de abertura da Copa das Confederações deve investir em mosaicos, danças e coreografia para entreter os torcedores que chegarem mais cedo ao Estádio Nacional de Brasília (Mané Garrincha), neste sábado, para acompanhar Brasil x Japão. Não foi informado pela organização se o presidente da Fifa, Joseph Blatter, e a presidente Dilma Rousseff farão algum discurso ou saudação ao público.

EDUARDO BRESCIANI, Agência Estado

15 de junho de 2013 | 08h06

Dilma tem uma relação distante com cartolas do futebol brasileiro e, neste sábado, no Estádio Nacional de Brasília, deverá usar um camarote diferente do que ficará Blatter e o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e do Comitê Organizador Local (COL), José Maria Marin.

Responsável pela direção do espetáculo, o carnavalesco Paulo Barros ganhou destaque por investir em efeitos visuais nos desfiles da escola Unidos da Tijuca no carnaval do Rio. Na cerimônia deste sábado, porém, a necessidade de preservar o gramado e o próprio ambiente de estádio devem limitar os efeitos. A intenção é homenagear a cultura brasileira, as seis sedes e os oito países que disputam o torneio.

A apresentação reunirá 2,8 mil voluntários, que acumularam mais de 100 horas de ensaios. Além deles, artistas circenses e soldados do Exército participarão da festa. A confecção das fantasias ficou a cargo da equipe da escola de samba paulistana Rosas de Ouro.

Somente verá a cerimônia quem chegar ao estádio com muita antecedência. Segundo a programação distribuída pela Fifa, a apresentação acontecerá cerca de 1 hora e 30 minutos antes da partida entre Brasil e Japão, marcada para começar às 16 horas.

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