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Festa encerra Jogos e exalta Pequim-08

"Declaro os Jogos da 28ª Olimpíada encerrados e, de acordo com a tradição, convoco a juventude do mundo inteiro a se reunir dentro de quatro anos em Pequim." O presidente do Comitê Olímpico Internacional, Jacques Rogge, foi quem colocou um ponto final na edição dos Jogos de Atenas. Somente 25 minutos após o discurso, a chama olímpica se apagou. Às 22h25, horário de Atenas, foi oficializado o fim da Olimpíada de 2004. A cerimônia de encerramento descartou a tristeza do final dos Jogos para destacar a alegria de um novo ciclo. O Estádio Olímpico apareceu decorado com um imenso campo de trigo formado por mais de 45 mil espigas e que representava a união entre o céu e a terra. A cor vermnelha, a da bandeira da China, predominou no Estádio. Luzes e lanternas vermelhas já criaram um clima do que vem pela frente. Após rápido desfile das bandeiras - Gustavo Borges conduziu a do Brasil -, os atletas dos 202 países participantes invadiram o Estádio Olímpico. Diferentemente da cerimônia de abertura, não houve desfile das delegações. Todos entraram juntos pelos portões e se concentraram em frente à pira olímpica, criação do arquiteto espanhol Santiago Calatrava. A entrada dos verdadeiros heróis olímpicos, as grandes estrelas da festa, foi acompanhada de um festival de percurssão e de imagens espetaculares vividas por eles. Jogadores e comissão técnica da seleção brasileira de vôlei, que tinham acabado de conquistar o ouro, contra a Itália, foram à festa com a medalha pendurada no pescoço. E depois do incidente na maratona, prova que fechou o programa olímpico e que teve a cerimônia do pódio realizada durante a festa, a presidente do Comitê Organizador, Gianna Angelopoulos-Daskalaki, fez questão de dizer em seu discurso que os Jogos de Atenas foram "seguros". Classificou o evento como "a mais poderosa fonte de inspiração e esperança para a humanidade" Estiveram presentes na cerimônia, entre outros, o presidente honorário do COI, Juan Antonio Samaranch, o presidente grego, Konstandinos Stefanopoulos, o primeiro-ministro da Grécia, Costas Karamanlis e a rainha Sofía, da Espanha.

Agencia Estado,

29 Agosto 2004 | 21h24

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