Fina proíbe uso de maiôs tecnológicos a partir de janeiro

Os trajes de natação dotados de tecnologia flutuante que provocaram uma chuva de recordes mundiais serão proibidos a partir de janeiro, quando a modalidade voltará a usar os modelos antigos, disse a Federação Internacional de Automobilismo (Fina) nesta terça-feira.

REUTERS

28 de julho de 2009 | 14h50

"O material só pode ser de fabricação têxtil", disse o diretor-executivo da Fina, Cornel Marculescu, em entrevista coletiva.

A Fina informou que um comitê científico será escolhido para definir o padrão têxtil dos maiôs até o final de setembro.

Os maiôs fabricados de polietureno se tornaram alvo de uma grande polêmica na natação durante o campeonato mundial de Roma desta semana, com vários recordes mundiais sendo batidos numa velocidade inédita, o que colocou em risco a credibilidade do esporte.

(Por Paul Virgo)

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