Final do Troféu Cidade de SP de futsal com portões fechados

Presidente da Federação Paulista de Futsal diz que não vai punir torcidas por considerar caso uma exceção

Redação

02 de abril de 2008 | 13h02

O presidente da Federação Paulista de Futsal, Ciro Fontão de Souza, anunciou nesta quarta-feira a única medida que a entidade pode tomar a respeito da briga entre torcedores de Palmeiras e Corinthians no jogo de terça à noite, em São Bernardo do Campo: que a partida vai prosseguir, mas com portões fechados."Para nós é caso excepcional o que aconteceu ontem [terça-feira], a gente pede aos clubes que não levem. O que temos de fazer agora é que o jogo vai continuar, com portões fechados. Pedir a proibição? Normalmente eles não vão, então não é o caso, nós até podemos tomar a iniciativa", justifica o dirigente, em entrevista à rádio Jovem Pan. Souza conta que a briga não era esperada. "Nosso campeonato estava indo muito bem, com todos os jogos no nosso ginásio, 1.200 pessoas. Não estavam indo, estava normal. Tinha uns 2 mil torcedores e famílias, e as torcidas fizeram um acordo antes, promessas normais de que nada haveria, mas o resultado de novo, foi isso que todos viram. Não tem jeito de segurar essas torcidas", reclama o dirigente.A confusão generalizada aconteceu aos 20 segundos do segundo tempo da partida, quando os torcedores começaram a brigar e a polícia militar teve dificuldades para pôr fim ao conflito. Nenhum órgão oficial se pronunciou até o momento sobre o caso ou sobre possíveis punições às torcidas envolvidas. 

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