Final do Troféu Cidade de SP de futsal será fechada à torcida

Presidente da Federação Paulista de Futsal diz que não vai punir torcidas por considerar briga uma exceção

Redação

02 de abril de 2008 | 13h39

O presidente da Federação Paulista de Futsal, Ciro Fontão de Souza, anunciou nesta quarta-feira a única medida que a entidade pode tomar a respeito da briga entre torcedores de Palmeiras e Corinthians no jogo de terça à noite, em São Bernardo do Campo: que a partida vai prosseguir, mas com portões fechados."Para nós é caso excepcional o que aconteceu ontem [terça-feira], a gente pede aos clubes que não levem. O que temos de fazer agora é que o jogo vai continuar, com portões fechados. Pedir a proibição? Normalmente eles não vão, então não é o caso, nós até podemos tomar a iniciativa", justifica o dirigente, em entrevista à rádio Jovem Pan. Souza conta que a briga não era esperada. "Nosso campeonato estava indo muito bem, com todos os jogos no nosso ginásio, 1.200 pessoas. Não estavam indo, estava normal. Tinha uns 2 mil torcedores e famílias, e as torcidas fizeram um acordo antes, promessas normais de que nada haveria, mas o resultado de novo, foi isso que todos viram. Não tem jeito de segurar essas torcidas", reclama o dirigente.A confusão generalizada aconteceu aos 20 segundos do segundo tempo da partida, quando os torcedores começaram a brigar e a polícia militar teve dificuldades para pôr fim ao conflito. Nenhum órgão oficial se pronunciou até o momento sobre o caso ou sobre possíveis punições às torcidas envolvidas.

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