Fla obtém o ponto que foi buscar em Buenos Aires

Retranca de Joel dá resultado e rubro-negro, que saiu na frente do placar, empata por 1 a 1 com o Lanús

O Estado de S.Paulo

16 de fevereiro de 2012 | 03h04

O técnico Joel Santana armou um ferrolho defensivo e foi a Buenos Aires em busca de um ponto na estreia do Flamengo na fase de grupos da Libertadores, contra o Lanús, ontem, no Estádio La Fortaleza. Mesmo com fraca atuação de todo o time, incluindo o convocado Ronaldinho Gaúcho, o Rubro-negro empatou por 1 a 1 e somou o ponto desejado fora de casa, no Grupo 2.

O líder da chave é o Emelec, do Equador, que derrotou o Olímpia, do Paraguai, na semana passada. Satisfeito, o time brasileiro volta a campo pela competição dia 8, contra os equatorianos, no Rio. "Foi um bom resultado. Jogo difícil, e outros times não vão somar pontos aqui", comentou Ronaldinho, que se disse feliz pela convocação para a seleção.

O desenho do jogo foi como se previa com tantos defensores no meio de campo rubro-negro. Sem saída de bola, sem homens suficientes na frente, o time carioca deixava o Lanús dominar o campo. A disposição tática de Joel era a seguinte: Willians de armador, Deivid jogando atrás da linha da bola tentando conduzir o time ao ataque, Ronaldinho plantado na intermediária esperando o momento de um lançamento para ninguém.

Na tentativa de segurar o 0 a 0, o Flamengo contou com Felipe e a sorte para chegar a uma improvável vantagem de um gol. O goleiro rubro-negro salvou chute de Neira à queima-roupa, aos 7, e a trave parou a finalização do mesmo Neira, aos 20.

Quando a igualdade já era lucro, Ronaldinho iniciou a jogada, Júnior Cesar cruzou rasteiro, a dupla de zaga falhou feio, e Leonardo Moura aproveitou bem, no último lance da primeira etapa. "Sabíamos que seria assim. Estamos com dificuldades nos passes, mas conseguimos sair na frente", comentou Renato.

Os donos da casa chegaram ao empate de tanto controlar a intermediária no segundo tempo. Junior Cesar falhou, Pavone fez o pivô e deixou Carranza livre para marcar, aos 30.

A partir daí o Flamengo jogou cinco minutos de futebol e quase fez o segundo, mas Bottinelli perdeu com o goleiro batido.

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