Flamengo admite 'corda no pescoço'

Depois da 4.ª derrota seguida, os jogadores do Flamengo chegaram ontem ao Rio com segurança reforçada. Mas não houve protestos no aeroporto, pelo contrário: alguns torcedores aplaudiram. O clube está na 16.ª posição, a primeira fora da zona de descenso. O goleiro Felipe admitiu a "corda no pescoço".

RIO, O Estado de S.Paulo

14 de setembro de 2012 | 10h12

"Existe, sim, uma grande preocupação, são quatro derrotas seguidas, seis partidas sem vencer, a confiança não é a mesma de antes. Passa a ser obrigação vencer o Grêmio para não ter de se preocupar ainda mais com os times que estão atrás da gente", disse.

Para reforçar a equipe, a diretoria tenta a contratação de um novo zagueiro: Renato Santos, do Avaí. Representantes do Flamengo já teriam entrado em contato com o jogador.

No Fluminense, o meia Deco voltou a treinar com bola e participou ontem de todas as atividades com os atletas que ficaram no banco na vitória do Fluminense sobre a Portuguesa. O atleta está recuperado de um estiramento na coxa esquerda, e disse anteontem que deve voltar a jogar em dez dias, a exemplo do zagueiro Anderson e do atacante Marcos Junior. Ontem, Fred admitiu que ficou chateado por não ter sido chamado para os amistosos contra a Argentina.

"Fiquei chateado porque meu momento é bom, mas me conforta saber que a lista é boa e que os que estão lá também merecem", disse, na gravação do programa Altas Horas, da Rede Globo.

Depois de assistir do camarote à vitória do Vasco sobre o Palmeiras, o técnico Marcelo Oliveira conversou ontem por uma hora com o grupo, antes do treino. O meia Carlos Alberto, recuperado de um incômodo no músculo da coxa, treinou normalmente e pode voltar à equipe na partida contra o Cruzeiro, domingo, em Minas.

Ontem, a construtora Leduca anunciou o patrocínio com o clube até o fim do ano, para estampar sua marca na barra da camisa do time, na parte de trás.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.