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Flamengo se reforça e contrata Isaquias Queiroz para projeto náutico do clube

Canoísta assinou um compromisso até o final de 2020, com possibilidade de prorrogação até 2024

Redação, Estadão Conteúdo

04 Fevereiro 2019 | 11h42

Depois de Gabriel e Arrascaeta, o Flamengo anunciou nesta segunda-feira mais uma grande contratação. Mas não é para o seu time de futebol. O clube rubro-negro acertou contrato com Isaquias Queiroz, o maior nome da canoagem brasileira, para reforçar o seu projeto olímpico. O canoísta assinou um compromisso até o final de 2020, com possibilidade de prorrogação até 2024.

Entre diversas conquistas na sua carreira, Isaquias Queiroz detém a marca de ser o primeiro atleta brasileiro a conquistar três medalhas em uma única edição dos Jogos Olímpicos. No Rio-2016, faturou duas medalhas de pratas e uma de bronze nas disputas da canoagem velocidade que foram realizadas na Lagoa Rodrigo de Freitas.

Isaquias Queiroz deixa o Paulistano, equipe de São Paulo que defendia até então, e retorna ao Flamengo após uma passagem entre 2010 e 2013. Naquela época, o canoísta de 25 anos treinou no clube da Gávea sem remuneração. Dessa vez, porém, chega como um dos principais nomes do projeto "Flamengo Náutico", que também contará com Jacky Godmann e Caio Ribeiro, atleta paralímpico.

De acordo com o Flamengo, a reformada sede náutica, na Lagoa Rodrigo de Freitas, se tornará um centro de treinamento de excelência tanto para o remo quanto para a canoagem, oferecendo condições de aperfeiçoamento desde a captação de jovens atletas até a alta performance.

 

CARREIRA

Isaquias Queiroz começou a escrever o seu nome na história em 2013, no Mundial da Alemanha. Ele ficou com o bronze, a primeira medalha do Brasil na história da competição, na categoria C1 500m. No mesmo campeonato, trouxe o ouro inédito para o país. Em 2014, repetiu a dose em Moscou com mais uma medalha dourada. Nos Jogos Pan-Americanos de 2015, em Toronto (Canadá), conquistou dois ouros e uma prata.

Em agosto de 2018, Isaquias Queiroz se tornou tricampeão mundial da prova C1 500m ao vencer em Portugal e conquistar a sua oitava medalha em Mundiais.

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