Floresta entra no roteiro da adrenalina

Tem gente que já vive em perigo no dia-a-dia, por causa da profissão. Mas gosta. E preenche as horas vagas com mais adrenalina. O trabalho no 18.º Grupamento do Corpo de Bombeiros, em São Paulo, é agitado: incêndios, enchentes, acidentes de avião, moto, carro, resgate de suicidas em potencial e, de vez em quando, um gato a ser tirado do telhado. Longe do quartel, o capitão Correa Leite e os tenentes Robson Góes e Valdir Pavão formam a equipe dos bombeiros que disputa corridas de aventura, com provas de trekking, mountain bike, técnicas verticais, rappel, natação, canoagem...."Pode haver equipe mais bem preparada do que a nossa, mas ninguém está mais tranqüila do que eu, com três companheiros do Corpo de Bombeiros, acostumados a lidar com contratempos", brinca a engenheira civil Gisele Volpi, de 32 anos, integrante do time dos bombeiros, que participará da quarta edição da Expedição Mata Atlântica (EMA), desta vez na floresta amazônica, a partir de 25 de novembro.Leia mais no Estadão

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