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Florianópolis tem etapa decisiva de surfe com campeões mundiais

Competição brasileira pode classificar atletas para a elite mundial

O Estado de S.Paulo

29 Outubro 2016 | 17h00

Apesar de o título mundial no surfe já estar definido, com o troféu indo para as mãos do havaiano John John Florence, ainda tem muita coisa em jogo e a principal delas é a permanência ou o acesso à elite da modalidade para 2017. E um passo importante para alguns atletas será dado no Hang Loose Pro Contest 30 Anos, que começa na terça-feira na praia da Joaquina, em Florianópolis (SC), e que rende 6 mil pontos ao campeão.

O evento contará com mais de 150 surfistas de 22 países, sendo 94 estrangeiros. Entre os atletas que estão confirmados estão os dois campeões mundiais do Brasil, Gabriel Medina e Adriano de Souza, o Mineirinho. “Vai ser legal competir em Floripa, uma onda que gosto muito e que tenho ótimas recordações”, afirmou Medina, se referindo ao título mundial Pro Júnior, conquistado em 2013.

A etapa brasileira é de suma importância porque depois dela, os atletas terão apenas duas competições no Havaí – em Haleiwa e Sunset – para somar pontos na divisão de acesso (QS). Os dez mais bem colocados garantem vaga na elite no próximo ano e o pernambucano Ian Gouveia pode se garantir matematicamente em Florianópolis com um bom resultado.

“Depois da minha vitória nos Açores, um terceiro, um quarto e um quinto lugares, fiquei muito perto de conseguir a vaga e a ansiedade é total. Nem em sonho imaginava isso. É uma posição que nunca estive e está sendo tudo novo para mim. É impossível controlar, mas estou trabalhando mentalmente para conseguir ficar o mais tranquilo possível. Preciso passar mais baterias para ficar com a vaga e quero consolidar isso na Joaquina”, afirmou o filho de Fabinho Gouveia, um dos principais surfistas do País na década de 1990. 

Ian é o brasileiro mais bem colocado, com 17.760 pontos em quinto. Perto dele está Bino Lopes, o sexto. Jessé Mendes está em décimo, com 14.860 pontos. Tomas Hermes e Deivid Silva também têm boas chances, mas sabem que precisam de um bom desempenho no Brasil para não ter que depender das etapas havaianas, onde os surfistas locais costumam brilhar.

Para Deivid Silva, muita coisa será definida na reta final. “São três etapas que gosto bastante. Já venci em Floripa e no Havaí é uma onda forte, diferente, não tem em lugar algum do mundo”, afirma o rapaz, que defende seu título em Santa Catarina.

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