Futuro do meia depende do placar de hoje no Paraguai

A decisão sobre o futuro de Paulo Henrique Ganso vai depender muito do resultado do jogo contra o Cerro Porteño, hoje à noite, em Assunção. Em caso de vitória, serão considerados normais possíveis erros de passes e falta de movimentação do meia em decorrência de sua longa inatividade para a reabilitação de cirurgia no joelho esquerdo. Mas, se o Santos perder ou empatar, mesmo que tenha jogado bem, será considerado vilão e a sua permanência mais improvável do que já é.

Sanches Filho, O Estado de S.Paulo

14 de abril de 2011 | 00h00

A proposta do Santos é de aumentar o seu salário de R$ 130 mil para R$ 450 mil. Desde que o clube se negou a baixar o valor da multa para clubes do exterior de R$ 114 milhões para R$ 57 milhões, Ganso e a sua assessoria passaram a pensar seriamente no pagamento da multa nacional, em torno de R$ 59,4 milhões.

Enquanto os dirigentes do Santos têm a esperança de que o Corinthians não traia o pacto de respeito mútuo entre os grandes clubes de São Paulo, há informações e desmentidos de todos os lados. Porém, surgiram dois fatos novos: a reunião de Ganso com Ronaldo, sexta-feira, na 9ine, com a presença do presidente corintiano Andrés Sanchez e o silêncio do jogador na saída da delegação do CT Rei Pelé, rumo a Assunção.

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