WSL/Divulgação
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Gabriel Medina abre defesa de título mundial com vitória na Austrália

Em sua primeira bateria no Quiksilver Pro Gold Coast, surfista faz 18,30 pontos de 20 possíveis e avança à terceira fase

O Estado de S. Paulo

27 de fevereiro de 2015 | 22h44

O brasileiro Gabriel Medina começou muito bem a busca pelo bicampeonato mundial. Em sua primeira bateria no Quiksilver Pro Gold Coast, na Austrália, ele fez 18,30 pontos de 20 possíveis e avançou para a terceira fase da primeira etapa do Circuito Mundial de Surfe 2015, evitando uma eliminação precoce na repescagem.

Tanto antes quanto depois de sua disputa, ele foi bastante assediado pelos fãs. "Parece que estou no Brasil. Tem muitos torcedores aqui, fico feliz com o carinho da galera, e isso tem me ajudado", afirmou o atleta logo depois de sair da água, nesta sexta-feira, já manhã de sábado no horário da Austrália.

O surfista defende o título da etapa, conquistada no ano passado, e mostrou que está afiado para a temporada. O garoto de Maresias teve um duelo particular com seu conterrâneo Wiggolly Dantas, que ficou na segunda posição com 16,93 pontos. O outro competidor na bateria foi o norte-americano Dane Reynolds, que foi mero figurante. "O Wiggolly fez uma grande pontuação, mas na última onda eu consegui a virada", explicou.

Foi nesta onda que Medina tirou uma nota 9,50 ao realizar belas manobras. "Eu tentei encontrar grandes ondas e acho que deu certo na última. Soube aproveitar a parede da onda para fazer as manobras e tive também um pouco de sorte", confessou.

Agora ele poderá descansar e esperar seu adversário na terceira fase. Tanto Wiggolly quanto Reynolds terão de evitar a eliminação na próxima fase, que é a repescagem.

Se Medina avançou diretamente, o mesmo não ocorreu com o australiano Mick Fanning e o norte-americano Kelly Slater. Ambos não venceram suas baterias e terão de disputar a repescagem, que pode ser realizada neste sábado, a partir das 18h30 (horário de Brasília), caso existam boas condições no mar.

Vale lembrar que a competição tem prazo para terminar em 11 de março, ou seja, a organização pode escolher os melhores dias de onda dentro desse período para fazer todas as baterias previstas.

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