Ed Sloane/WSL
Ed Sloane/WSL

Gabriel Medina projeta novos desafios para a próxima temporada do surfe

Bicampeão mundial sonha com mais um título e vai brigar pela vaga olímpica nos Jogos de Tóquio, em 2020

Paulo Favero, O Estado de S.Paulo

19 de dezembro de 2018 | 04h32

Depois de conquistar o título mundial de surfe e realizar o sonho de ganhar o Pipe Masters, no Havaí, Gabriel Medina já começa a pensar na próxima temporada, quando lutará pelo tricampeonato e ainda tentará sua classificação olímpica para os Jogos de Tóquio, em 2020, quando o surfe fará sua estreia.

O atleta de Maresias sabe que a disputa será acirrada. O primeiro momento de classificação é o ranking do Circuito Mundial. Classificam-se os dez mais bem colocados no masculino (e oito no feminino), com o limite de dois por país. Ou seja, pela classificação final deste ano, Medina e Filipe Toledo seriam os representantes do Brasil. Italo Ferreira, que ficou em quarto lugar e venceu três etapas no ano, estaria fora.

“A Olimpíada vai ser demais. O surfe já deveria estar incluso, mas finalmente a gente vai estar lá. Vai ser uma honra representar o Brasil no Japão. A Olimpíada vai ter o mesmo peso do Circuito Mundial. Os melhores do mundo, a gente vai estar representando o nosso país, então vai ser um momento muito importante paro surfe brasileiro”, disse Medina, ao site globoesporte.com.

A modalidade é vista pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) como uma das apostas para ajudar o País no quadro de medalhas. O ótimo momento dos surfistas nacionais gera otimismo e oferece a perspectiva de uma boa campanha no surfe, principalmente no masculino. De acordo com o ranking feminino atual, o Brasil teria Tatiana Weston-Webb e Silvana Lima.

Nos Jogos de Tóquio, a princípio o surfe será disputado em Chiba, uma praia de ondas pequenas. Existe uma pressão para que seja disputado numa piscina de ondas, mas o Comitê Organizador prefere enaltecer o litoral japonês. Serão 20 atletas no masculino e 20 no feminino, mas o formato de disputa ainda não foi definido.

 

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.