Gatlin diz que foi 'roubado' e vai recorrer da punição de 4 anos

Atual campeão olímpico dos 100 m rasos promete recorrer da punição para disputar as Olimpíadas de Pequim

02 de janeiro de 2008 | 17h19

O velocista norte-americano, Justin Gatlin, disse, nesta quarta-feira, que foi "roubado" e que é vítima de uma "trapaça" ao saber da punição de quatro anos imposta por uma comissão norte-americana de arbitragem antidoping da Agência Americana de Antidoping, que o condenou, na terça-feira, por quatro anos. "Eu sei em meu coração que não fiz mal algum. Eu fui roubado. Fizeram-me uma trapaça para que eu encerre minha carreira", disse o velocista norte-americano, atual campeão olímpico dos 100 m rasos, em entrevista ao jornal Washington Post, desta quinta-feira. A punição de quatro anos deve-se a um teste positivo do velocista num exame antidoping realizado no dia 22 de abril de 2006, na competição Kansas Relays, em Kansas. O exame acusou alto dosagem de testosterona. Agora, Gatlin recorrerá da punição no Tribunal Arbitral de Esportes (TAS). Assim, é possível que consiga estender o caso por mais 20 meses, tendo a oportunidade de disputar os Jogos Olímpicos de Pequim.

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