Gaviões nega manifestação antes de jogo

Logo que a decisão da Conmebol foi anunciada, colocando que o Corinthians não poderia ter a presença de torcedores em suas partidas na Libertadores, centenas de 'fiéis' passaram a se articular através das redes sociais para ocupar a praça em frente ao estádio do Pacaembu e fazer uma manifestação. Isso já ocorreria para o jogo contra o Millonarios.

O Estado de S.Paulo

26 de fevereiro de 2013 | 02h05

Mas a Gaviões da Fiel, maior organizada do clube, emitiu uma nota oficial pedindo para os torcedores esperarem o desenrolar da história e evitar qualquer movimentação pela internet.

"Estamos aguardando a resposta do recurso pedido pela diretoria do Corinthians apresentado à Conmebol para tentar anular a liminar que impede a presença de torcedores em seus jogos na Libertadores", diz o comunicado, que lembra que a Gaviões não está organizando a "tal manifestação".

A torcida explica que não quer qualquer tipo de tumulto ou confusão na porta do estádio. "Primeiramente vamos aguardar a decisão e em seguida definiremos o que será feito. Queremos garantir a segurança de todos e faremos um trabalho junto aos órgãos competentes para que tudo saia da melhor forma possível", continua o comunicado.

A Gaviões alega que o disparo do sinalizador que matou o garoto Kevin Beltrán Espada foi uma "fatalidade" e afirma estar de "luto e triste" pelo que ocorreu com o boliviano.

A uniformizada lembra ainda que 12 pessoas "inocentes" estão presas na Bolívia, "em situação precária e sem poder se defender e se retratar". "A diretoria da Gaviões está colaborando com o esclarecimento deste caso e dando o respaldo necessário aos 12 corintianos e suas famílias. Estamos empenhados e vamos até o fim para provar e comprovar a inocência de todos", conclui a organizada, reforçando que não vai "delatar ou entregar" ninguém.

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