Giba diz que deixou time de Jundiaí mais solto

A fórmula é antiga e muitos clubes a adotam: quando as coisas não dão certo, chamem um velho conhecido. Seguindo esse raciocínio, o Paulista trouxe de volta o técnico Giba para livrar o time da má fase. Até agora, tem dado certo. Em quatro jogos, conquistou duas vitórias e dois empates e hoje tenta surpreender o favorito São Paulo. "Eu sou de Campinas, sempre acompanhei o time", disse Giba, ao explicar que não estava por fora ao ser chamado para assumir a equipe, na sexta rodada, antes do jogo contra o Santos (1 a 1). "Tenho uma história e uma excelente relação com a diretoria. Dos cinco títulos do clube, conquistei três (Copa São Paulo de Juniores de 1997, Série A2 do Estadual e Série C do Brasileiro de 2001)."Antes de Giba, o time estava mal. Nas cinco primeiras rodadas, foram quatro derrotas e apenas um triunfo. A diretoria do Paulista, então, resolveu mudar de treinador e deu férias a Marcus Vinícius. O segredo do sucesso, conta Giba, é um só. E parece simples. "Eu só peço para o time jogar futebol. Nada mais", explica. O treinador deseja, assim, que os jogadores entrem em campo sem a responsabilidade da vitória. "Mudei a forma de o time jogar, deixei os atletas mais soltos", diz. O técnico acredita que hoje o Paulista pode deixar o Morumbi com os três pontos. Aposta na velocidade dos atletas e pede rápidos toques de bola para envolver o adversário. E, apesar dos últimos bons resultados, mantém os pés no chão. "Hoje nosso pensamento é fugir do rebaixamento", declara. "Ainda não dá pra pensar em ambições maiores."

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