Giba se inspira em exemplo de Nalbert

Nenhum atleta gosta de passar por uma cirurgia, ainda mais aos 35 anos e a poucos meses de uma Olimpíada, que certamente seria a última de sua carreira. Pois é este o desafio que está diante de Giba. O jogador do Cimed/Sky e da seleção foi submetido a uma intervenção para se recuperar de uma fratura na tíbia esquerda e implantar uma haste de titânio.

RIO, O Estado de S.Paulo

15 de fevereiro de 2012 | 03h01

De bom humor e astral elevado, Giba falou sobre o início de sua recuperação, ontem, no Rio, e decretou que estará de volta às quadras a tempo de participar dos Jogos de Londres, a partir de 27 de julho. "Eu vou jogar. Quero muito esse ouro", disse Giba. que se recusou a ir para a sala de coletiva em uma cadeira de rodas.

Giba se espelha no exemplo de Nalbert, que em 2004 conseguiu voltar de uma extensa cirurgia em apenas quatro meses (a previsão era de oito) para ser campeão em Atenas. "Ele é o meu maior exemplo. Ainda bem que a primeira cirurgia foi agora, aos 35 anos. O doutor Ney Pecegueiro (responsável pelo procedimento) costuma dizer que sou do outro mundo e que comigo tudo é possível."

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