EFE
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Ginasta Rebeca Andrade é poupada de treino e vira dúvida para Mundial

Brasileira se machuca em aquecimento para espécie de ensaio geral de competição, que será disputada no Canadá

Estadão Conteúdo

01 Outubro 2017 | 22h26

A ginasta Rebeca Andrade não participou neste domingo do treinamento de pódio do Mundial de Ginástica Artística, em Montreal, no Canadá. A brasileira se machucou no aquecimento para esta espécie de ensaio geral da competição e se tornou dúvida para o evento, que começará a ser realizado nesta segunda-feira e vai até o próximo domingo.

Esperança de pódio para o Brasil em solo canadense, a ginasta de 18 anos de idade lesionou o joelho direito e será submetida a uma avaliação médica nesta segunda-feira. Dependendo de suas condições, ela corre o risco de ficar fora da fase classificatória para as finais, na quarta-feira à noite.

"Ela sentiu um desconforto no joelho direito durante o aquecimento na chegada de um salto. Por precaução, a poupamos do treino (de pódio) porque ainda temos dois dias para a competição. Ela ainda será reavaliada hoje (domingo) e amanhã (segunda-feira) de manhã", disse Breno Schor, médico da seleção brasileira de ginástica que está em Montreal.

Rebeca e Thaís Fidelis são as representantes brasileiras na disputa feminina do Mundial, cujas provas qualificatórias de todos os aparelhos (salto, assimétricas, trave e solo) serão realizadas na quarta-feira.

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ZANETTI

Entre os homens, o grande destaque do Brasil é o medalhista de ouro nas argolas nos Jogos Olímpicos de Londres-2012 e campeão mundial do aparelho em 2013, Arthur Zanetti, que neste domingo voltou a exibir cautela ao falar sobre a possibilidade de chegar ao pódio neste Mundial no Canadá. A qualificatória para as finais da prova das argolas será na terça-feira. "Primeiro, é classificar, pegar uma final. Depois, a gente pensa no pódio como objetivo", ressaltou.

Dono também de duas medalhas de pratas nas argolas em Mundiais, Zanetti encara, em Montreal, a primeira grande competição do ciclo olímpico que visa os Jogos de Tóquio-2020. "O Mundial é o objetivo do ano, trabalhamos o ano todo para as outras competições, mas, principalmente, para o Mundial do Canadá. Mas é um Mundial só por aparelhos, não tem disputa por equipe. Se cometer um erro é para você mesmo. Pressão sempre vai ter, mas é menor. Eu mesmo me coloco pressão", afirmou o ginasta ao projetar a sua participação no evento canadense.

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