Ginástica: etapa de SP teve problemas

A etapa de São Paulo da Copa do Mundo de Ginástica enfrentou problemas de organização: mau planejamento da circulação das pessoas no Ginásio do Ibirapuera; os flashes das máquinas fotográficas estourados diretamente nos atletas; a grave falha do som do Brasileirinho no solo de Daiane dos Santos; e a invasão da quadra, onde crianças e adultos pularam no tablado do solo, subiram no cavalo com alças, como num playground, enquanto buscavam autógrafos e fotos dos ginastas.Os equipamentos usados em São Paulo foram emprestados do Comitê Olímpico Brasileiro, mas a cidade comprou dois jogos de aparelhos (por R$ 500 mil), numa parceria entre Governo do Estado e Prefeitura, que chegam da Alemanha ainda esse mês.A torcida foi receptiva e carinhosa, mas a Confederação Brasileira de Ginástica mostrou que não está acostumada a lidar com um público tão grande, de 8.000 pessoas. "É a primeira vez no Brasil que tem um público como esse. A ginástica chegou para ficar, é um sucesso", afirmou a diretora de seleções, Eliane Martins.

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