Ginástica: Georgette sonha mais alto

Georgette Vidor já foi ginasta e bailarina, mas acordou paraplégica em 29 de maio de 1997: o ônibus do Flamengo que ia para Curitiba foi atingido por uma carreta. Sete atletas morreram e Daniele Hypolito, treinada por Georgette, saiu ferida. Ainda assim, Georgette continou como técnica, com a rigidez que lhe deu fama (boa e ruim). Foi com Luísa Parente na Olimpíada de Seul/88 e Barcelona/92. Em Atlanta/96, era técnica de Soraya Carvalho,que sofreu fratura por estresse na perna. O pai da ginasta acusou-a de exagero nos treinos.Neste ano, Georgette perdeu o cargo de técnica principal da equipe brasileira para o ucraniano Oleg Ostapenko. Foi para o Mundial de Ginástica Olímpica em Ghent, na Bélgica, como uma das treinadoras. De lá, contou por telefone que comemorou muito os resultados, negou a importância do ucraniano na conquista de Daniele Hypolito - prata na prova de solo - e fez um apelo ao Flamengo para não acabar com sua ginástica.Leia mais no Jornal da Tarde

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