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Ginástica rítmica estréia às 13h30

Agora são as garotas da ginástica rítmica que competem no Olympic Hall, dentro do Parque Olímpico de Atenas. Nesta quarta-feira, foi o chamado ensaio de pódio, em que as equipes se apresentam como em um treino aberto ao público, mas com ingressos pagos. Nesta quinta-feira, a competição está marcada para as 13h30 de Brasília. São duas apresentações: com fita (no caso do Brasil, ao som de "Canta Brasil", de Gal Costa) e com arco e bola (com a música "O Desconhecido", de André Moraes). Somados os pontos, os oito conjuntos dos dez países participantes que ficarem à frente classificam-se para a final de sábado. A técnica Bárbara Laffranchi chegou a pensar em encerrar carreira depois da Olimpíada de Sydney/2000 por causa das notas subjetivas, que davam margem a prejuízos para países com menos tradição no esporte. Mas o código de pontuação mudou. "A arbitragem já trabalha desde 2001 com um critério mais objetivo. A arbitragem vem se mostrando muito mais correta", assinala, mais confiante. Segundo a treinadora, o nível dos dez países está muito equilibrado e qualquer um pode chegar à medalha ou ficar em último lugar. "Está todo mundo no bolo, com a Rússia um pouco à frente. É meio difícil alguém tirar o ouro delas. Rússia, Itália, Bielo-Rússia, Bulgária têm tradição, mas estamos nivelados. E também com os demais países: Espanha, Grécia, Ucrânia, Polônia e China." Bárbara Laffranchi tem como primeiro objetivo melhorar a classificação do Brasil em Sydney/2000, quando suas atletas ficaram em oitavo lugar. Bônus - Desta vez, as inscritas pela equipe brasileira - que treina em Londrina -são Larissa Barata, Fernanda Cavalieri, Ana Maria Maciel, Tayanne Mantovanelli, Jennifer Oliveira e Dayane Silva. A técnica brasileira faz questão de colocar música e motivos do país em suas séries, que também apresentam originalidade, além do alto grau de dificuldade, na tentativa de ganhar bônus e conseguir notas mais altas. E tanto as músicas como os movimentos inusitados dos exercícios costumam agradar. "Além de aumentar a nota, encanta o público", observa Bárbara. Desta vez, as garotas estarão com maiôs em cores bem vivas, fosforescentes mesmo para a apresentação com fitas, com o "Canta Brasil"; no arco e bola, os motivos serão mais indígenas, de acordo com a batida da música, mais tribal.

Agencia Estado,

26 Agosto 2004 | 08h25

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