Gobbi diz que Corinthians não é favorecido no Mundial de Clubes da Fifa

O dirigente diz que foi a Caixa que procurou o clube e não o contrário

Raphael Ramos e Vitor Marques, O Estado de S.Paulo

21 de novembro de 2012 | 02h05

SÃO PAULO - O presidente do Corinthians, Mário Gobbi, criticou durante, no anúncio do patrocínio da Caixa Econômica Federal, as insinuações de que o clube estria sendo favorecido por receber apoio de uma empresa estatal. O Corinthians receberá R$ 1 milhão até o fim do ano e R$ 30 milhões em 2013, divididos em 12 parcelas de R$ 2,5 milhões. Para 2014, a renovação do acordo prevê reajuste corrigido pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo).

"O Corinthians trouxe o parceiro pela força do Corinthians. Não foi o Corinthians que procurou a Caixa. A Caixa escolheu o Corinthians pela credibilidade, gestão do clube, o que havia de melhor no mercado", disse Gobbi.

Vice-presidente de Atendimento, Distribuição e Negócios da Caixa, José Henrique Marques da Cruz, justificou o patrocínio como parte do plano de marketing do banco. "Pela nossa estratégia de internacionalização da marca, o fato de o Corinthians representar o Brasil no Mundial foi um fator que pesou", disse. A Caixa patrocinou este ano Atlético-PR, Figueirense e Avaí.

Pelo acordo, a folha do clube será paga por meio do banco, que também vai fazer as cobranças dos 90 mil associados do programa Fiel Torcedor. Está prevista também a criação de cartões de crédito com a marca Corinthians. A expectativa é que em dois anos a ação renda R$ 10 milhões ao clube. 

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