Governo pode investir R$ 800 mi no Pan

O ministro do Esporte, Agnelo Queiroz, surpreendeu hoje ao cogitar a possibilidade de o governo federal investir cerca de R$ 800 milhões para a realização dos Jogos Pan-Americanos do Rio, em 2007. De acordo com ele, a tendência é a de que os valores sejam divulgados durante um encontro quarta-feira, em Brasília, entre os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, do Comitê Olímpico Internacional (COI), Jacques Rogge, e da Organização Desportiva Pan-Americana (Odepa), Mario Vazquez Raña. A surpresa nos números revelados pelo ministro do Esporte ocorreu porque, a princípio, o governo federal achou abusivo o valor de R$ 636 milhões pedido pelo Comitê Organizados dos Jogos Pan-Americanos (CO-RIO). Mas, durante o primeiro dia da Assembléia da Odepa, em um hotel de Copacabana, na zona sul, Queiroz admitiu o aumento da contribuição governamental. "Teremos um orçamento de aproximadamente R$ 800 milhões e dentro dos próximos dias iremos anunciá-lo. É bem provável que o presidente Lula, no encontro com o presidente do COI já terá esses números em mãos", contou o ministro do Esporte. Squash - Depois de ter sido forçado a aceitar a inclusão de quatro esportes não-olímpicos (caratê, boliche, esqui aquático e patinação individual sobre rodas - artística e velocidade), para o futsal também constar dentro da programação dos Jogos Pan-Americanos de 2007, o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro e do CO-RIO, Carlos Arthur Nuzman, sofreu novo revés hoje com a entrada do squash. A decisão de anexar mais uma modalidade à competição foi feita durante o primeiro dia da Assembléia da Odepa, que termina quarta-feira. "Foi um pedido pessoal do presidente da Odepa que o CO-RIO atendeu", justificou Nuzman. Com o squash, o Pan-Americano carioca passou a ter um total de 34 modalidades, sendo seis não-olímpicas.

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