Gramado do Engenhão, inimigo dos dois times

Flamengo e Palmeiras fazem hoje um dos grandes clássicos brasileiros em um dos estádios mais modernos do futebol nacional. Mas o Engenhão está longe de ser o palco predileto dos jogadores. O gramado, que nunca foi um primor, está extremamente castigado pelo excesso de jogos desde o fechamento do Maracanã. A frieza das arquibancadas (a expectativa de público é de cerca de 15 mil torcedores) e o campo em péssimas condições são um adversário a mais para as equipes que têm ambições distintas neste Campeonato Brasileiro.

Leonardo Maia, O Estado de S.Paulo

25 de setembro de 2010 | 00h00

"Não sei o motivo de o estádio receber pouco público. Sei que a torcida do Flamengo é muito grande e capaz de lotar o Engenhão como tantas vezes fez no Maracanã", comentou o zagueiro David, que contou ter convocado a torcida rubro-negra para o duelo até por meio de sua página no Twitter. "A torcida do Flamengo participa do jogo e pode fazer a diferença."

O técnico Silas quer e precisa de uma vitória para abrir distância da zona de rebaixamento (atualmente em cinco pontos) e já projeta um duelo crucial contra o Goiás, na rodada seguinte, no Serra Dourada. Um resultado adverso contra os palmeirenses aumentaria a importância do confronto com os goianos, que ocupam a zona da degola.

Novidade. O lateral Juan, que se recupera de uma contusão no tornozelo, participou do treinamento de ontem e deve retornar hoje. A única ausência dentre os titulares habituais será Ronaldo Angelim. O veterano zagueiro será poupado do jogo, de acordo com um rodízio planejado por Silas para evitar desgaste excessivo e lesões.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.