Grupo defende Luxemburgo

Atletas apoiam o treinador, contestado pela torcida

Evandro Fadel, O Estadao de S.Paulo

20 de junho de 2009 | 00h00

Vanderlei Luxemburgo, um dos mais cobrados por torcedores, principalmente os da torcida organizada Mancha Alviverde, não fez sua defesa ontem após os treinamentos do Palmeiras para o jogo contra o Atlético-PR. A tarefa ficou com os dois jogadores destacados para conversar com a imprensa: Diego Souza e Marcão. O discurso é repetido em defesa do treinador palmeirense."O Vanderlei é um pai nosso", afirmou Diego Souza. "Vai tirar ele para colocar quem? Nós temos um dos melhores treinadores e uma das melhores comissões técnicas."O jogador também defendeu os companheiros que têm sido criticados pela torcida, como o atacante Keirrison. Ele disse que sentiu essa cobrança no ano passado e agora tenta passar sua experiência para os outros. "Não sei o que acontece com a torcida, eles têm direito de cobrar, mas eu sou contra essa situação", afirmou. Segundo ele, a equipe do Palmeiras é bastante jovem, mas mesmo assim conseguiu chegar longe na Libertadores. "E temos tudo para chegar entre os primeiros (no Brasileiro)", declarou. "Mas tem de ter confiança de todo mundo para entrar em campo. Eu peço que tenham um pouco de paciência com os companheiros porque precisamos deles." Marcão também acredita na força do grupo. "É injusto culpar este ou aquele, pois quando se perde todos perdem e quando se ganha todos ganham", afirmou. O gerente de futebol, Toninho Cecílio, pede paciência. "Há 15 milhões de torcedores que nos apoiam muito", disse. "O que precisa é dar apoio aos jogadores para tentarmos ganhar no Brasileiro."KLÉBERO presidente Luiz Gonzaga Belluzzo disse ontem que planeja contratar o atacante do Cruzeiro. "Meu sonho é, até o final do meu mandato, trazer o Kléber de volta para o Palmeiras. Ele nunca deveria ter saído", falou o cartola, que permanece no cargo até janeiro de 2011.O jogador saiu do Palestra Itália no início deste ano pela falta de acordo do clube para comprar seus direitos do Dínamo de Kiev, da Ucrânia.

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