Guga pára com patrimônio de R$ 55 milhões

Catarinense tem negócios imobiliários, duas mansões em Florianópolis e alguns bons contratos de patrocínio

Chiquinho Leite Moreira, O Estadao de S.Paulo

17 de janeiro de 2008 | 00h00

Aos 31 anos, Gustavo Kuerten vai se aposentar como muitos sonhariam: feliz, milionário e com uma vida inteira para usufruir. Após mais de dez anos de carreira, com um início marcado por muitos sacrifícios, de viagens de trem em segunda classe, aviões apertados, hotéis baratos e restaurantes simples, o patrimônio de Guga está estimado em quase US$ 30 milhões, cerca de R$ 55 milhões. A mais recente conquista de Guga fora das quadras é uma mansão no Morro das Pedras, na praia de Campeche, no sul da ilha de Florianópolis. A casa esteve com problemas, mas foi liberada e o tenista já se mudou- lá passou o último réveillon. O cenário é de um resort. São duas piscinas, uma interna. Vista para o mar, barulho das ondas. E o campeão de tênis construiu cinco buracos de golfe para curtir a nova paixão, embora a habilidade com o taco ainda não seja das melhores. A casa mais famosa de Guga, porém, não é essa de Campeche, um local ainda novo para a maioria dos turistas, mais acostumados ao litoral norte da ilha. Sua outra mansão cinematográfica fica em Governador Celso Ramos, já saindo de Florianópolis. A supermodelo Gisele Bündchen costuma alugar essa casa quando vai visitar a ilha.O interesse por investimentos imobiliários surgiu com a entrada da família Kuerten na composição de uma construtora de Santa Catarina, a Hantei. O dinheiro do tênis transformou-se, por exemplo, em duas torres luxuosas na praia Brava, em que Guga guardou para ele mesmo uma das coberturas. Lá de cima pode ver as ondas ou sentir o clima da Barraca do Pirata, local preferido para um bate-papo. Na badalada praia de Jurerê Internacional, a mais sofisticada região de Florianópolis, seu irmão Rafael comprou uma suntuosa casa. A vida de Guga não será apenas de aproveitar o patrimônio. Ainda tem compromissos com patrocinadores. E seus negócios nem sempre andaram bem. Teve problemas com a construtora e com sua grife, a Guga Kuerten, que só deu prejuízos. Mas, como sua estrela sempre brilhou, assinou com a Diadora por cinco anos. Mesmo fora das quadras, renovou contrato com a Grandene - de calçados. E fechou com a Vivo, que lhe pagará R$ 1 milhão por um ano de campanha, além do patrocínio das raquetes Head.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.