Há 22 anos, brasileira morreu durante travessia

A Travessia do Canal da Mancha já terminou em tragédia para a natação brasileira. Em agosto de 1988, a atleta Renata Agondi, um dos grandes nomes do esporte nos anos 80, morreu ao tentar cruzar parte do Oceano Atlântico que separa a Inglaterra da França. Nascida em Santos, ela, aos 25 anos, não resistiu a um acentuado quadro de hipotermia num mar gelado - ficou exaurida pelo enorme esforço provocado por falha na rota.

, O Estado de S.Paulo

18 de setembro de 2010 | 00h00

Essa triste lembrança, até hoje, não sai da cabeça dos brasileiros que tentam fazer esse longo percurso. Agondi começou a nadar com oito anos de idade, na sede do Fluminense, na zona sul do Rio.

Antes do nadador Marcelo Collet, treze brasileiros, todos sem deficiência, já haviam completado a travessia. A lista inclui Abílio Couto (1958 e 1959); Kay France (1979); Rogério Lobo (1989); Dailza Santos (1992 e 1995); Ana Mesquita (1993); José Rodini (1994); Igor de Souza (1996 e 1997); Christiane Fanzeres (1997); Percival Milani (2003); Marcelo Lopes (2004); Marta Izo (2006); Paulo Maia (2007); Luciana Mesquita (2009).

Hoje, o brasiliense Tiago Sato, que treinou com Collet neste ano, deve cair n"água, a fim de tentar cumprir o desafio e fazer história.

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