Halterofilista mexicana morre 13 anos após ouro olímpico

O México perdeu nesta sexta-feira a sua primeira mulher medalhista de ouro nos Jogos Olímpicos. Soraya Jiménez morreu aos 35 anos, vítima de um ataque cardíaco, apenas 13 anos depois de fazer história ao vencer uma das categorias do levantamento de peso nos Jogos de Sydney, em 2000, tornando-se um ídolo daquele país.

AE-AP, Agência Estado

29 de março de 2013 | 12h25

Até hoje somente duas mulheres mexicanas subiram ao lugar mais alto do pódio em uma Olimpíada. Além de Jiménez, a outra medalhista de ouro do país é María Espinoza, que venceu no tae kwon do em Pequim/2008.

O Comitê Olímpico Mexicano divulgou comunicado nesta sexta, logo após a confirmação da morte de Jiménez, afirmando estar de luto. O presidente do México, Enrique Peña Nieto, se expressou pelo Twitter: "Lamento o falecimento da atleta mexicana e medalhista olímpica Soraya Jiménez. Minhas condolências para a família", escreveu.

Esta é a segunda morte de um mexicano medalhista em Sydney em apenas dois meses. Em janeiro, já havia falecido o marchador Noé Hernández, depois de ter sido atingido por um tiro. Jiménez esteve presente no enterro do atleta.

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