''Hermanos'' são destaque no futebol nacional

Conca foi o único jogador de linha que atuou nas 38 partidas do Brasileiro conquistado pelo Fluminense. Fez nove gols e deixou inúmeras vezes seus colegas em condições de marcar. Montillo foi contratado ao Universidad de Chile em julho, participou de 23 jogos e ainda assim comandou o Cruzeiro na campanha do vice-campeonato. Seu contrato com o clube vai até 2014.

Bruno Lousada e Sílvio Barsetti, O Estado de S.Paulo

12 de dezembro de 2010 | 00h00

Citados pelo técnico da seleção brasileira, Mano Menezes, como os destaques do Nacional, os dois jogadores são técnicos, habilidosos, bons nos dribles e, ao mesmo tempo, renegados em seu país de origem, a Argentina.

Conca iniciou sua carreira profissional no River Plate. Atuou ainda pelo Universidad Católica, do Chile, e voltou à Argentina para defender o Rosário Central. Em 2007, esteve no Vasco, de onde se transferiu para o Fluminense no ano seguinte. Aos poucos, firmou-se como a grande referência do Tricolor carioca.

No rastro da dupla, outro que se saiu bem foi o meia D"Alessandro, do Internacional. O argentino encheu os olhos da torcida colorada. "Há sem dúvida uma safra de coirmãos muito boa à disposição dos clubes brasileiros", declarou Parreira, campeão do mundo pela seleção do Brasil em 1994. E ainda há jogadores de outros países sul-americanos. Um exemplo é o atacante uruguaio Loco Abreu, um dos responsáveis pela ótima campanha do Botafogo.

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