Hipismo do Brasil põe três na final

O Brasil foi mal na prova por equipes do torneio olímpico de hipismo, realizada nesta terça. Rodrigo Pessoa, Álvaro Afonso de Miranda Neto, o Doda, Bernardo Resende Alves e Luciana Diniz-Knippling tiveram problemas e terminaram apenas na 10ª colocação, ficando longe das campanhas de Sydney/2000 e Atlanta/96 - quando o País foi bronze. O dia, no entanto, não foi de todo mal. Três cavaleiros - Rodrigo, Doda e Luciana - garantiram vaga na final individual de saltos, que começa a ser disputada na sexta-feira. Rodrigo Pessoa, com 14 pontos perdidos, passou em 18º lugar, e Doda, com 28, ficou em 41º. Luciana foi apenas a 49ª colocada, com 34 pontos perdidos, mas foi beneficiada pela regra que permite que apenas três conjuntos disputem a final. A Alemanha, Holanda, Suécia e Estados Unidos classificaram 4 cavaleiros. EQUIPES - A noite desta terça-feira no superiluminado, luxuosíssimo e rigorosamente vigiado centro eqüestre de Markópoulos foi um desastre. E não apenas para os brasileiros. A série de derrubes e refugos foi menos ruim para a Alemanha, ouro da chamada Copa das Nações, a competição por equipes, com oito pontos perdidos. Estados Unidos e Suécia empataram em 20, mas no critério de desempate (tempos somados), a prata foi para os norte-americanos, que fizeram 131s09 com seus quatro conjuntos, contra 138s48 dos suecos. Luz artificial, falta de mais experiência dos cavalos, intervalo de tempo grande entre a primeira passagem, pela manhã, e a segunda, tarde da noite (no horário dos cavalos já estarem dormindo), foram algumas das razões levantadas para explicar a baixa performance dos conjuntos, de modo geral.

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