História se repete. Show de Messi e taça do Barça

O Porto resistiu por 39 minutos ao melhor futebol do planeta. Foi esse o tempo em que a equipe portuguesa conseguiu segurar a igualdade com o Barcelona na decisão da Supercopa da Europa. Depois, teve de se render aos pés do gênio da bola, Messi. O argentino mais uma vez fez a diferença ao anotar um e dar o passe para outro gol e garantir nova conquista aos catalães com o incontestável triunfo por 2 a 0.

, O Estado de S.Paulo

27 de agosto de 2011 | 00h00

A taça, segunda em menos de duas semanas, é a 12.ª do time sob o comando de Pepe Guardiola. "Se ganhamos 12 títulos em 15 possíveis, com média de 4 por temporada, é graças aos jogadores que são únicos", disse o treinador do Barça.

Eleito o melhor do mundo nas últimas duas temporadas, mesmo sem a conquista da Copa do Mundo por seu país, Messi já larga com vantagem sobre os concorrentes para novo prêmio. Basta o Barcelona entrar em campo para se ter a garantia de show do baixinho, que encanta com seus dribles curtos ,passes milimétricos e a coleção de gols. Ele sempre faz a diferença.

Como ontem, em Mônaco. O jogo estava duro, os portugueses davam a vida em campo para segurar os espanhóis quando ele resolveu aparecer.

O presente do zagueiro, que recuou sem olhar, foi a grande lambança da partida. Mas quem imaginava que lá, na ponta direita, atrás dos marcadores, estaria Messi?

Craque também tem estrela. Messi recebeu e, em vez de dar chutão, passou como quis pelo goleiro Hélton só no balanço do corpo e abriu o placar. Foi seu quarto gol em três jogos, todos em duelos decisivos, como os três diante do Real Madrid na final da Supercopa da Espanha.

Atrás do placar, os portugueses tiveram de se abrir na fase final. Foram para cima da equipe ciente de que corriam risco até de goleada.

Assustaram, vale frisar, mas não fosse o goleiro brasileiro, a surra seria histórica. Até como líbero Hélton apareceu. Fez o que pôde até ver Messi novamente usar seu fino trato com a bola. O argentino, como se fosse com as mãos, colocou a bola no peito de Fábregas. Domínio e gol, para nova festa daqueles que não se cansam de comemorar títulos.

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